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Pulso, corpo e relação
A música de Daru nasce do pulso. É ele que organiza o tempo, sustenta o movimento e transforma a pista em um espaço de presença.
O house funciona como estrutura; as percussões, como motor. Afro-house, latin-house, funk, techno e matrizes rítmicas brasileiras e africanas atravessam o som não como gêneros fechados, mas como territórios vivos de escuta e invenção. A técnica aparece como meio — o pulso é o que permanece.
O corpo é central nessa experiência.
A canção — com melodia, refrão e afeto — surge como ponto de contato sem perder a força da pista. Corpo e pensamento convivem em uma música feita para dançar, sentir e permanecer.
Relação, aqui, é experiência compartilhada.
A música cria encontros: entre pessoas, tempos, culturas e sensibilidades. Quando presente, o audiovisual atua como camada interpretativa, ampliando a escuta e abrindo leituras, sem fechá-las.
Em um mundo acelerado, o foco retorna ao essencial: corpo, pulso, presença e vida em comum.





